O Instituto Estrela da Esperança nasceu no final de 1994 quando Vania ( psicopedagoga ) e Maria José ( Médica Pediatra), se depararam com uma triste realidade; Todos os adolescentes portadores de deficiencia atendidos pelas Instituições, ao atingirem os 14 anos,  eram dispensados,  tivessem ou não se alfabetizado, pois cessava o processo de formação pedagógica.

    Alguns eram recolhidos, enclausurados por seus familiares em suas residencias,  entretanto,  outros ficavam expostos a marginalidade das ruas,  perdendo-se tudo o que neles fora  investido.

    Dispostas a mudarem esse cenario,  foram até uma conhecida Instituição,  tentando uma nova proposta de trabalho,  oferecendo-se voluntariamente.  Não foram ouvidas.

    Cansadas,  concluiam;  ninguem lhes dava crédito.  A idéia de que o portador de deficiencia poderia ser treinado em cursos pré-profissionalizantes e ter a chance de conviver dignamente na sociedade, não era facilmente aceita.

    Determinadas a provar seu propósito,  começaram como formiguinhas a buscar ajuda na comunidade.

    Com muito sacrificio, e sózinhas, foram implementando aquele que seria o Estrela da Esperança.

    Com doações e trabalhos voluntários após algum tempo, eis que é montado o primeiro local onde foram recebidos 10 (dez) aprendizes.

    Ali, Vânia e Maria José se revezavam em todas as tarefas para poderem proporcionar atividades aos aprendizes.

    Em 1996 com a ajuda do Fundo de Social de Solidariedade da Prefeitura de Rio Claro, passaram a contar com a ajuda de alguns funcionários públicos.

    De lá para cá, o Instituto cresceu, mas suas instalações,  emprestadas por comodato,  limitam ao atendimento de 27 ( vinte e sete ) aprendizes. A fila de candidatos é extensa e o seu atendimento depende de novas instalações e de uma nova estrutura já programada.

    A subsistencia atual do Instituto se faz pela contribuição de sócios,  por alguns eventos realizados e por doações da comunidade.

    Precisamos de sua ajuda para mantermos o Instituto Estrela da Esperança.

    Precisamos da ajuda de todos para podermos oferecer o espaço necessário aos que esperam na fila, com  a esperança de terem, também, uma vida mais feliz e respeitada.

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